Celulares aumentam o risco de câncer de cérebro?

Esta pergunta, até agora não respondida de forma simples e definitiva por nenhum estudo, ganhou recentemente uma resposta preocupante e pouco divulgada.
Segundo estudos do Dr. vini Khurana, um dos mais renomados neuro-cirurgiões da Austrália, o risco de desenvolvimento de câncer de cérebro é duplicado pelo uso constante de celulares em longos períodos de tempo, tipo dez anos ou mais.
O Dr. Khurana acredita que a ligação entre celulares, tumores cerebrais e os óbitos decorrentes será comprovada no decorrer da próxima década.
Na prática, os governos da frança e alemanha já estão alertando para o uso excessivo de celulares. No entanto, questionada, a associação inglesa dos operadores móveis [como todas as outras] diz que está tudo bem… assim como muitos outros cientistas e estudos. E o debate continua.
Segundo o Dr. Khurana, o uso intensivo de celular cria riscos à saúde maiores do que fumo e asbestos.
Se for verdade, estamos para presenciar uma catástrofe de grande porte: com mais de 3 bilhões de celulares no mundo e cada vez mais gente fazendo dos telemóveis sua conexão com o mundo, para os negócios e contatos pessoais, o risco eventual que o uso intenso de celulares representa não pode ser minimizado.
Alguns resultados são alarmantes, especialmente para crianças e para adultos que fazem uso intenso de celulares, com especialistas dizendo que alguma coisa não muito boa acontece após dez anos de uso radical. como um aumento de 240% no risco de câncer no lado do cérebro onde mais se usa o celular.
O debate começou a esquentar nos EUA, nos últimos dias, até porque o Sen. Edward Kennedy sofre de um glioma, um dos tipos de câncer supostamente causados por radiação vinda dos celulares.
Entender os riscos das tecnologias que usamos no cotidiano leva, com muita freqüência, a melhorias nos padrões de uso e nas tecnologias propriamente ditas. cintos de segurança em automóveis, capacetes em motos, proibição de fumo, primeiro em aviões e depois em lugares públicos, são três exemplos conhecidos de todos. se houver mesmo algum risco radical, comprovado, do uso de celulares, saberemos lidar com isso, modificando a tecnologia ou redefinindo seu uso de forma saudável. o que não se pode é esperar pra ver. é preciso agir antes que alguma -ou muita- coisa irreversível aconteça.
[Fonte:
Blog do Sílvio Meira]